Embora altos funcionários em Washington tenham acusado a China de minar a segurança energética global ao “acumular” petróleo durante a guerra EUA-Israel contra o Irão, dados de importação e inventário mostram que Pequim enfrenta pressões de abastecimento próprias à medida que o conflito aumenta.
Ele também criticou Pequim por restringir as exportações de certos bens durante a crise.
Em resposta, Liu Pengyu, porta-voz da embaixada chinesa em Washington, disse que a actual turbulência no mercado energético global está enraizada na “situação tensa no Médio Oriente” e apelou à suspensão imediata das operações militares naquele país, observando que a China estava a desempenhar um “papel construtivo” no fim do conflito.
“Garantir o fornecimento de energia nas atuais circunstâncias é uma ação racional e também uma questão de comércio justo”, disse Qiu Shujin, professor de relações internacionais na Universidade Renmin da China, em Pequim.
“O bloqueio dos portos iranianos foi totalmente aplicado enquanto as forças dos EUA mantêm a superioridade marítima no Médio Oriente”, disse o Comando Central dos EUA num comunicado na quarta-feira, observando que tinha “suspendido completamente” o comércio económico dentro e fora do Irão por mar.



