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“Candela teve um ataque cardíaco”: Facundo Moano contou uma versão poderosa

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«Candela tuvo un infarto»: Facundo Moyano contó una fuerte versión

(Buenos Aires).- “Candela teve um ataque cardíaco, fiz ressuscitação cardiopulmonar”, disse ele. Facundo Moano Quebrando o silêncio sobre o episódio confuso, ela agiu com o companheiro, candela Arizgana madrugada do dia 4 de agosto. O dirigente sindical, que passou um dia detido e foi acusado de ferimentos leves e privação ilegal de liberdade Violência de gêneropela primeira vez deu sua versão dos acontecimentos e alegou inocência do crime sob investigação

Segundo o ex-deputado, a emergência ocorreu em seu apartamento, no quarteirão 5.400 da Avenida del Libertador, antes de Arrizaga correr, descalço e seminu, e foi registrada por câmeras de segurança do bairro Belgrano. “Depois que Candela teve uma parada cardíaca, entrei em contato com o goleiro”, explicou Moano, que lhe realizou manobras de reanimação cardiopulmonar. A revelação da parada cardíaca foi o destaque de sua fala, que não foi revelada desde então.

Moano afirmou que a jovem não incluiu aquele episódio em sua história porque não tinha conhecimento do ocorrido. “Ele não sabia que tinha sofrido uma parada cardíaca”, esclareceu o ex-legislador na declaração de Arrizaga sobre a ausência desse detalhe. Nessa linha, acusou a cobertura jornalística de não falar sobre saúde e dependência com o devido cuidado e de fazer o que considerava um absurdo.

Em sua defesa, Facundo Mayano Ele insistiu: “Não vim para me vitimizar ou acusar ninguém. Vim para me defender”. Ele também questionou a interpretação da gravação, afirmando que o homem que corria atrás da namorada era policial e disse que estava a mais de 100 metros de distância até alcançá-lo. “Tenho conhecimento que fui detido porque sou Facundo Moano, não houve motivo”, revelou numa entrevista televisiva.

Discurso de Arizaga e situação do caso

A versão da jovem lembra a do dirigente sindical. Candela Arrizaga Ele declarou na Justiça que não houve violência, que sofreu um surto psicótico e que as imagens não mostravam a companheira tentando fugir. Ela manifestou a intenção de reatar o relacionamento e pediu o levantamento da ordem de não contato, pedido que o advogado de defesa de Moano também pediu em apresentações judiciais.

Durante sua apresentação, Moano negou o uso de cocaína e explicou que recusou exames de sangue e urina por sugestão de seus advogados. Ele disse que tinha vídeos de dentro do departamento que apoiavam sua história, embora evitasse divulgá-los com uma frase contundente: “Assuntos humanos privados estão reservados a Deus”. Além disso, pediu para ver Arrizaga como justificou: “Quero vê-lo porque quero mostrar-lhe o que lhe aconteceu porque ele não sabe”.

até aqui, Facundo Mayano Ele é acusado de ferimentos leves e privação ilegal de liberdade no contexto de violência de gênero. A sua defesa insiste que o caso deve ser analisado no contexto da crise de saúde e dependência da jovem, enquanto o julgamento avalia as provas e os depoimentos para definir os próximos passos.

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