A BBC Sport contatou todos os clubes da WSL sobre como eles usam essas regras para o fornecimento de maternidade.
O Manchester United destacou uma “mudança de cultura”, onde os jogadores precisam fazer uma “escolha informada” sobre se querem esperar até o final de suas carreiras antes de considerarem ter filhos.
Ela disse que as iniciativas que estabeleceu com base nas regulamentações, incluindo planos personalizados para áreas como nutrição, psicossocial e bem-estar, fisioterapia e sono, ajudam a “quebrar barreiras” para as mulheres grávidas.
Por sua vez, Bizet Donnum elogiou o United pelo apoio, explicando que também lhe deu “muita liberdade” para passar tempo com o marido, que joga e vive em Toulouse, França.
Porém, o fisioterapeuta do assoalho pélvico o pegou de surpresa.
“Eu não tinha ideia sobre o assoalho pélvico!” Bizet Donnum disse. “Mas quando engravidei, o médico do Manchester United me apresentou e (o fisioterapeuta) mudou o jogo para mim.”
Arsenal e West Ham destacaram como estabeleceram regras para oferecer apoio específico a jogadoras grávidas – incluindo as internacionais suecas Amanda Alystad e Katrina Gorrie nesta última – enquanto Tottenham e Brighton descreveram como suas políticas de maternidade seguem as orientações da WSL, Fifa e FifPro.
Já Bizet Donnum, além da alegria de ser mãe este ano, ela também está contando os dias para poder voltar a jogar futebol.
“Estou muito animado por estar de volta”, disse ele. “É difícil quando estou assistindo ao jogo e desejando poder jogar.
“Mas então é uma temporada que estou perdendo. Depois da minha carreira, vou olhar para trás e pensar: ‘Droga, não joguei naquela temporada’ ou ficarei feliz por ter um filho?”



