De acordo com o Ministério de Terras, Infraestruturas, Transportes e Turismo, funcionárias da JAL relataram falsamente a uma investigação interna que não tinham consumido álcool em violação dos regulamentos da empresa.
O ministério determinou que duas mulheres – a comissária-chefe, de 50 anos, que mais tarde foi demitida pela JAL, e outra comissária, de 30 anos, que foi suspensa, tentaram encobrir o incidente.
Ele disse que o incidente mostrou que “a consciência das questões de segurança ainda não foi totalmente garantida”.
Num comunicado divulgado na sexta-feira, a JAL também anunciou medidas punitivas para todos os membros do conselho, incluindo um corte de 30% no salário da presidente Mitsuko Tottori durante dois meses, dizendo que “leva este assunto muito a sério e pede desculpas profundas”.
O avião estava programado para partir de Hiroshima com destino ao Aeroporto Haneda, em Tóquio, às 7h40 do dia 23 de maio, mas foi adiado até as 8h22. O comissário-chefe bebeu ontem mais álcool no saguão do hotel do que o permitido pelas regras da empresa.



