A pesquisa, publicada segunda-feira na Nature Nanotechnology, descobriu que o dispositivo pode processar informações quânticas com verificações de erros integradas – algo alcançado anteriormente em plataformas como circuitos supercondutores, mas não com silício.
De acordo com a equipe da Academia Internacional Quantum de Shenzhen, o estudo mostra que os blocos de construção básicos necessários para um computador quântico tolerante a falhas amplamente útil “estão agora em silício” – um material usado em smartphones, laptops e data centers.
Os pesquisadores também usaram o processador para calcular o estado de menor energia de uma molécula de água, produzindo um resultado próximo ao valor teórico. Isso mostra que a abordagem é “viável para executar algoritmos quânticos práticos”, disse ele.
Os computadores quânticos são projetados para resolver certos problemas que sobrecarregariam até mesmo os computadores convencionais mais rápidos, como simular moléculas ou otimizar sistemas complexos.
Ao contrário dos computadores comuns, que processam informações como 0s e 1s, os computadores quânticos usam bits quânticos – ou qubits – que podem representar múltiplas possibilidades ao mesmo tempo e realizar determinados cálculos com muito mais eficiência.



