Foi a mesma história na Easter Road na noite de terça-feira. Os escoceses dominaram, criando boas chances, mas sem conseguir colocar a bola no fundo da rede, até que McGovern trabalhou fundo nos acréscimos.
No atacante do Hibernian – que já havia marcado seis gols em sete jogos – os escoceses parecem ter encontrado o atacante que faltava.
Mas em ambos os jogos também desperdiçou oportunidades de ouro. Ela não estava sozinha.
Andretta insiste que a vantagem clínica que ainda falta virá com o “aumento da comunicação” entre os jogadores.
Lauren Davidson foi convocada desde o início após suas atuações impressionantes e assistências fora do banco no meio da semana, enquanto Freya Gregory conquistou sua primeira internacionalização pelo McGovern apenas no ano passado.
Ainda há uma sensação de transição nas coisas, mas a Escócia não tem tempo para dormir.
Os jogadores sabem. Muitos já viram o filme antes, onde galopam nas eliminatórias, mas entram em pânico nos playoffs, que com certeza virão.
“Decepção” foi a primeira palavra que Docherty disse em sua reflexão pós-jogo.
Ela, junto com Weir, teriam compartilhado histórias de terror do passado no acampamento esta semana. Caras novas como McGovern e Mary Taylor deixaram sua marca.
É importante reconhecer, mas não se deixar intimidar por isso.
Andreatta se saiu bem em seu ano ao se livrar de seu time algemado e mudar sua mentalidade para um lugar onde a Escócia deixou a Bélgica com uma ponta e um polegar machucado.
Uma partida dupla com Israel é o próximo desafio, mas grande parte do foco está em preparar seu time para corrigir os erros dos playoffs ainda este ano.



