“Na logística, à medida que a oferta do mercado se estabiliza, esperamos que os aluguéis tendam para os níveis anteriores à Covid-19, refletindo um aumento de 30 a 50 por cento em relação a onde estamos hoje”, disse Zhao ao South China Morning Post. “Nos data centers e nas novas energias, acreditamos que estamos nos estágios iniciais do crescimento geracional e estamos apenas arranhando a superfície em termos de demanda”.
A GLP, desenvolvedora e operadora de mais de 420 parques logísticos e empresariais em 70 cidades chinesas, tem 40 milhões de metros quadrados de propriedades sob gestão na segunda maior economia do mundo. As suas operações na China possuem 2,7 gigawatts (GW) de capacidade de geração de energia renovável, com 1,5 GW já conectados às redes elétricas. Um GW pode abastecer cerca de 750.000 residências por ano.
A empresa sediada em Singapura está a planear uma oferta pública inicial em Hong Kong com um preço-alvo de cerca de 20 mil milhões de dólares, segundo uma fonte familiarizada com o assunto.
Zhao não quis comentar sobre a questão da arrecadação de fundos.



