Embora os observadores digam que a venda é uma compra de rotina por parte da cidade-estado para reabastecer o treino e as armas avançadas, a linguagem dos EUA em movimento sugere uma estratégia mais ampla para fortalecer a rede de aliados e parceiros dos EUA, evitando ao mesmo tempo a ótica de um “salto incremental”.
Em 30 de junho, o departamento afirmou ter aprovado a venda potencial de 24 mísseis AGM-114R adicionais e equipamentos relacionados, bem como a prestação de serviços de apoio, elevando o número total desses mísseis para 67 para Singapura.
Os mísseis Hellfire são armas ar-solo de precisão desenvolvidas pela empresa americana Lockheed Martin.
O Ministério da Defesa de Singapura disse num comunicado na quarta-feira que o ministério e as forças armadas do país “têm uma visão de longo prazo das nossas aquisições de defesa para garantir que tomamos decisões prudentes e económicas que melhor atendam às nossas necessidades de defesa”. Esses mísseis serão equipados com helicópteros AH-64D Apache da Força Aérea de Cingapura.
De acordo com Veena Nadjibla, vice-presidente de investigação e estratégia da Fundação Ásia-Pacífico do Canadá, Washington quer parceiros capazes que possam trabalhar em estreita colaboração com as forças dos EUA e assumir maior responsabilidade pela segurança regional.



