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Golpe milionário em Forth: casas de vários funcionários foram invadidas

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Tudo aponta para uma manobra fraudulenta com a venda de carros 0 km. O suspeito aguarda libertação da prisão.

Pesquisa de A Suposto desvio de milhões de dólares na agência Furth Automotores Um grande passo foi dado na sexta-feira, quando quatro ataques simultâneos foram realizados por ordem do exército. Controle de justiça e garantias, no contexto do caso conduzido pelos promotores Victoria Ledesma e Diego Cortes..

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Apesar do sigilo com que trabalham no caso, verifica-se que o processo chegou a três casas de funcionários da empresa e aos próprios escritórios da empresa, onde os investigadores apreenderam muitos documentos de interesse para a investigação.

Esta operação foi realizada pelas áreas especializadas do Departamento de Inspeção Geral. Participaram agentes de homicídios e crimes complexos, crimes económicos e segurança cibernéticaAo mesmo tempo, invadiram imóveis localizados em diversos bairros da capital com o objetivo de recolher documentos relacionados à manobra fraudulenta.

Acontece que este local será a casa de Matías Llado, chefe de vendas diretas da concessionária. Visitaram também as residências do chefe de gestão e de um funcionário administrativo, cuja identidade não foi divulgada. Da mesma forma, por ordem judicial, investigadores entraram nos escritórios da empresa para apreender documentos que poderiam ser de vital importância para o caso.

Até agora, a investigação foi conduzida de forma confidencial. Os promotores não divulgaram informações oficiais sobre o andamento do caso ou o conteúdo dos documentos apreendidos, portanto o processo é confidencial enquanto a investigação prossegue.

Um dos pontos mais aguardados do caso é a situação processual de Mathias Lado, que há dias apresentou pedido de libertação da prisão através do seu advogado Miguel Torres para evitar a prisão.

Esta questão judicial ainda não foi resolvida, pelo que o seu futuro processual depende da decisão do Tribunal de Controlo e Garantia.

Embora não haja informações oficiais sobre o mecanismo da suposta fraude, foi revelado oficiosamente que a manobra envolveu a falta de registro da venda de veículos 0KM no sistema informatizado da concessionária.

Desta forma, as unidades foram comercializadas sem serem registadas nos registos internos da empresa e causaram perdas económicas de milhões.

As mesmas versões indicam ainda que existirão vários carros cuja localização ainda não foi determinada e aparecem como “desaparecidos”, situação que faz parte das linhas de investigação que estão atualmente a ser analisadas pelos especialistas em criminalidade económica.

Além de reunir provas, é fundamental que a justiça neste momento determine quem e quantas pessoas estão envolvidas, para que a investigação possa se expandir à medida que avança a análise das provas encontradas.

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