Segundo autoridades e analistas do setor, em 2026, as montadoras estrangeiras deverão lançar modelos com tecnologias avançadas, que deverão atrair compradores, apesar da demanda do consumidor.
“Eventualmente, os OEMs estrangeiros (fabricantes de equipamentos originais) reagirão porque terão os mesmos produtos”, disse Denis Depaux, diretor-gerente global da consultoria Roland Berger. “Acho que esse retorno acontecerá este ano.”
A concorrência na China deixará de ser um “tráfego de sentido único”, como aprendeu com os seus homólogos do continente a nível internacional, particularmente os coleccionadores de veículos puramente eléctricos e híbridos plug-in, que atraem mais os consumidores locais, de acordo com Dapox.
Dados da Associação de Automóveis de Passageiros da China (CPCA) mostraram que as marcas internacionais entregaram 7,44 milhões de veículos nos primeiros 11 meses de 2025, através das suas joint ventures no continente.



