Os observadores dizem que a cimeira poderá renovar a pressão sobre Seul para que se junte aos esforços internacionais – possivelmente implantando capacidades navais de remoção de minas – para proteger a liberdade de navegação através do estreito, um centro energético vital entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã.
Em Março, Trump instou a Coreia do Sul e outros países afectados a enviar navios para ajudar a manter o estreito aberto, enquanto Washington propôs mais tarde a Construção da Liberdade Marítima, que visa melhorar a coordenação e a partilha de informações entre parceiros sobre a segurança marítima em Ormuz.
Seul também participou em conversações sobre uma aliança separada liderada pela Grã-Bretanha e pela França, forçando-a a pesar as expectativas diplomáticas concorrentes contra os riscos militares e logísticos de operar no Golfo.
“É provável que a Coreia do Sul fique sob nova pressão para participar em iniciativas navais internacionais”, lideradas pelos Estados Unidos e outros pela Grã-Bretanha e França, disse Do Jin-ho, diretor do Centro de Pesquisa da Eurásia no Instituto de Pesquisa da Coreia para Estratégia Nacional.



