Os economistas dizem que as opções mais realistas são a redução de impostos, subsídios específicos e apoio aos transportes, em vez de controlos directos de preços.
A secretária do Departamento de Energia das Filipinas, Sharon Guerin, disse num programa de rádio no domingo que o país não poderia mais ver preços do diesel em 60 pesos (US$ 1) por litro devido a danos estruturais nas instalações no Golfo durante o conflito.
“Se a guerra tivesse durado apenas duas semanas, os preços teriam caído. Mas os danos estruturais já foram feitos. Levará muito tempo para reparar as instalações”, disse o secretário de energia à Super Radio dzBB.
“Mesmo que os preços caiam, não será tão rápido quanto o aumento. Talvez nunca cheguemos a 60 pesos por litro de diesel.”
As suas observações sinalizaram uma preocupação crescente: o que começou como um choque de preços durante a guerra poderia transformar-se num problema energético a longo prazo para uma das economias da Ásia mais dependentes de importações.



