Mas observadores e meios de comunicação locais dizem que o incidente deu a Pequim uma oportunidade de reforçar as suas alegações de crescente militância e sentimento anti-China no Japão.
O comissário da Agência Nacional de Polícia, general Yoshinobu Kusunoki, descreveu na segunda-feira a invasão de 24 de março como “extremamente incomum e séria”, acrescentando que “não deveria ter acontecido”.
Os seus comentários ecoaram os do ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, que anteriormente disse ser “profundamente lamentável que um membro da Força de Autodefesa, de quem se espera que cumpra a lei, tenha sido preso por suspeita de violações”.
O suspeito, Kodai Murata, de 23 anos, segundo-tenente baseado em Camp Ebino, na província de Miyazaki, foi detido dentro do complexo da embaixada. Ele disse à polícia que queria “transmitir a minha opinião ao embaixador” – especificamente para instar a China a abandonar a sua posição linha-dura em relação ao Japão.



