“É o que sociólogos e especialistas em relações internacionais chamam de ‘tecnonacionalismo’”, disse Lance Gatling, presidente da Nexial Research e analista de aviação e aeroespacial. “Quando um japonês embarca em um avião, ele fica orgulhoso porque é de fabricação japonesa – e as empresas japonesas ficam felizes em pagar mais por uma solução desenvolvida localmente.”
A medida estende-se ao acompanhamento da rival tecnológica China, à medida que o Japão procura recuperar a sua reputação como centro de inovação global – que, nas últimas décadas, deu ao mundo o leitor de cassetes portátil Walkman, a bateria de iões de lítio e o código QR.
No sábado, o jornal Mainichi noticiou que o acordo da China para comprar 200 jatos Boeing chamou a atenção de Tóquio durante a visita do presidente dos EUA, Donald Trump, a Pequim, em maio.



