No centro da controvérsia está uma lacuna no histórico militar de Ahn. Seus registros mostram que ele iniciou o serviço obrigatório em 5 de novembro de 1983, e recebeu alta em 31 de agosto de 1985, por aproximadamente 22 meses. Na época, as tropas de Defesa Territorial serviam normalmente por 14 meses.
O seu acusador alegou que a discrepância reflectia ausências sem licença que duravam vários meses, um período de detenção seguido de uma ordem para cumprir serviço adicional.
Ahn e o Ministério da Defesa Nacional disseram que ele nunca deixou sua unidade e atribuíram as irregularidades em sua ficha militar a erros administrativos.
A questão ganhou muita atenção pela primeira vez no ano passado, durante a audiência de confirmação de Ahn como secretário de Defesa.
Negando as acusações, Ahn disse aos legisladores que nunca deixou seu cargo. “Nunca me esquivei. Vivi minha vida sem vergonha. Os registros militares atualmente administrados não refletem o que realmente aconteceu.”



