A serpentina linha ferroviária que liga a República Democrática do Congo e a Zâmbia ao porto atlântico de Lobito, em Angola, é “mais do que apenas infra-estrutura”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula van der Leyen.
O corredor foi concebido para transportar cobre e cobalto – produtos essenciais para a produção de produtos de alta tecnologia que alimentam a economia industrial mundial – da mina para o porto da forma mais rápida e barata possível.
Agora, os legisladores da UE exigem saber se mais de 2,3 mil milhões de dólares em fundos europeus que Van der Leyen despejou no Corredor do Lobito estão a ser desviados para empresas estatais chinesas.
A capital ajudará a modernizar o caminho-de-ferro de Benguela existente em Angola e a estendê-lo à RDC e à Zâmbia.



