Na quarta-feira, o Supremo deu a Marcos 10 dias, ou até o início de maio, para divulgar seu estado de saúde.
O tribunal reagiu a um “pedido urgente” de um “mandado de segurança” apresentado por aliados políticos e apoiantes do ex-presidente Rodrigo Duterte, que se tornaram os mais ferrenhos críticos de Marcos após o colapso de uma aliança outrora poderosa entre os dois homens.
A petição pedia ao tribunal que obrigasse Marcos e seus altos funcionários a “informar o público sobre a doença grave e o estado de saúde do Presidente”. Segundo os peticionários, Marcos também deveria se submeter a um exame toxicológico nos folículos capilares e divulgar os resultados.
Um mandado de segurança é uma ordem judicial que orienta um funcionário público a cumprir uma obrigação legal.
Neste caso, os peticionários citaram um artigo da Constituição, que afirma que “em caso de doença grave do Presidente, o público será informado do seu estado de saúde”.



