Início NOTÍCIAS Os empresários dizem-nos que o rendimento ou o subsídio não lhes chega.

Os empresários dizem-nos que o rendimento ou o subsídio não lhes chega.

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Gustavo Martinengo, membro da UTA local, afirmou que a situação é crítica para o sector dos transportes. Ele anunciou que esta ação é por tempo indeterminado porque ainda não receberam seus salários.

partícula para objeto direto União de bonde automotivo (UTA) De Santiago del Estero mantenha um Parando toda a cidade e complexos intermunicipaiscomeçou em 00h desta sexta-feira, 10 de abrilna reivindicação Não pagamento de salários. Meça completamente em Transporte públicodeixando todas as linhas sem serviço durante o dia.

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nesse contexto, Gustavo Martinangorepresentante local da UTA, em conversa com Rádio Panorama um estágio crítico para esta seção e previu que a medição de força continuará para ela Tempo incertoporque os trabalhadores ainda não receberam os seus salários.

Paramos pela enésima vez. Todos os meses com a mesma incerteza de saber se vamos receber ou não. Ontem tivemos que pegar nossos bensAfirmou: Nesse sentido, levantou a questão de que os motoristas recebem menos salário do que o estipulado na lei. Articulação nacionalo que agrava a situação:Estamos sempre reclamando, porque cobramos três escalas a menos do que é apropriado. Portanto, além do carregamento fraco, não“.

Martinko também observou que as empresas citam dificuldades económicas para efetuar pagamentos. “Os comerciantes dizem-nos que os rendimentos e os subsídios da província não lhes proporcionam o suficiente.Ao alertar sobre outras violações nesta seção, ele disse:

Conforme explicado, a situação afeta não só os direitos, mas também as condições gerais do sistema:Não há auxílio patronal, as unidades estão em péssimas condições e as pessoas estão sofrendo. Queremos trabalhar“.

O dirigente foi firme ao ressaltar que a normalização dos serviços depende do pagamento do salário do devedor:Quando é creditado em nossa conta, deveríamos sair para trabalhar, mas não recebemos um único peso“.

Ao final, enfatizou que a principal reivindicação é o pagamento de salários Marcharnas condições que o departamento também dispõe Mais de um ano sem reajuste salarialo que aprofunda o conflito e a indecisão dos trabalhadores.

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