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Os Estados Unidos estão contratando gerentes que trabalharam com inteligência artificial para as forças armadas

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Eles são os quatro diretores da OpenAI, Palantir e Meta. Esta decisão cria um debate sobre privilégios e potenciais conflitos de interesse.

A decisão da administração de Donald Trump A integração de altos executivos de grandes empresas de tecnologia nas forças armadas dos EUA criou um forte debate dentro das forças armadas.

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Este é o chamado “dispositivo 201”.Uma unidade sem precedentes que procura acelerar a inovação militar através da incorporação direta de especialistas em inteligência artificial e desenvolvimento tecnológico, mas que levanta questões sobre como será implementada.

O corpo foi apresentado em junho do ano passado no quartel Myer-Henderson Hall, bem próximo ao Pentágono, na presença de quatro importantes executivos: Andrew Bosworth, D. Metta; Kevin Will, da OpenAI; Shyam Sankar, De Palantir Technologies; e Bob McGrawcom experiência em ambas as empresas. Todos eles foram empossados ​​como tenentes-coronéis e reservistas e encarregados de fornecer conhecimento estratégico para modernizar as capacidades militares.

A ligação entre o Pentágono e estas empresas não é novidade, mas o grau de integração sim. Segundo oficiais militares, A iniciativa visa colocar os Estados Unidos na vanguarda do desenvolvimento tecnológico Aplica-se à defesa. Contudo, isto não tem sido bem aceite em grande parte das forças armadas, onde é questionável se os civis alcançaram os escalões superiores após apenas quatro semanas de treino, quando uma carreira militar tradicional requer 15 a 20 anos de serviço.

Não demorou muito para que as críticas surgissem. Analistas e veteranos alertaram que a decisão poderia destruir a cultura interna dos militares e minar a confiança do público. Houve também foco em potenciais conflitos de interesse, já que as empresas de onde vêm esses executivos têm contratos multimilionários com o Ministério da Defesa. Por exemplo, no caso da Palantir, o seu software é fundamental para funções de inteligência e faz parte de planos estratégicos que incluem inteligência artificial utilizada em operações militares.

Apesar da oposição, o governo acredita que a medida responde a uma necessidade urgente: encurtar a distância entre a inovação tecnológica e a sua aplicação no sector da defesa. Neste sentido, o Detachment 201 parece uma experiência ousada que poderá definir o rumo para futuras guerras, onde a inteligência artificial e o desenvolvimento digital não serão mais complementares, mas sim o coração das operações.

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