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Os projetos de lei antiinformação das Filipinas capacitarão o Estado a ‘determinar a verdade’?

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Filipinas Está a ser considerada uma nova lei anti-informação, mas os defensores dos direitos digitais e os investigadores alertaram que as principais propostas poderiam dar ao governo amplos poderes, ao mesmo tempo que pouco fazem para impedir as redes que realmente operam campanhas de influência online.
Presidente em fevereiro Fernando Marcos Jr. O Congresso pediu que 21 medidas fossem priorizadas antes do adiamento em junho, incluindo uma lei anti-informação que, segundo ele, deveria ser “equilibrada” – combatendo notícias falsas e preservando a liberdade de expressão.
O efeito de Redes de trollsa influência paga e a sofisticação política encoberta já são bem conhecidas nas Filipinas, onde a desinformação organizada online ajudou a moldar Rodrigo Dutertecampanha presidencial de 2016 e discurso político desde então. Um estudo de 2017 da Universidade de Oxford disse que sua campanha gastou US$ 200 mil em trolls.

Mas os críticos dizem que as leis propostas correm o risco de visar o discurso e não os sistemas, dando ao Estado o poder de definir o que está errado.

O Congresso não carece de ideias para enfrentar o problema, com 14 projetos de lei protocolados na Câmara dos Deputados e 11 no Senado.

A proposta mais examinada é o House Bill 2.697, a “Lei Anti-Fake News e Desinformação”, apresentada pelo filho do presidente, o deputado Ferdinand Alexander Marcos.

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