Essa decisão pode caber ao Conselho Mundial de Boxe (WBC), um órgão sancionador cujo histórico de resolução de tais casos, como o próprio esporte, é um tanto errático. No passado, ele ocasionalmente simpatizou com boxeadores que atribuíam um teste positivo à poluição ou à ingestão de uma substância proibida por meio de um suplemento e, como resultado, muitos boxeadores alegaram que esse era o motivo de seu teste positivo. Notoriamente, Saul “Canelo” Alvarez usou essa desculpa em 2018, enquanto mais recentemente vimos Sabriel Matias adotar a mesma abordagem para limpar seu nome. Claro, Matias foi autorizado a prosseguir com uma luta pelo título meio-médio júnior do WBC contra Dalton Smith em janeiro, apesar de ter falhado em um teste de ostarine em novembro, com quantidades insignificantes de ostarine em seu sistema.



