Enquanto alguns observadores dizem que a medida está ligada à parceria de segurança de longa data entre o membro dominante da NATO, as Filipinas, e os Estados Unidos, outros dizem que Manila poderá enfrentar um “dilema estratégico” se os seus laços com a aliança de 32 membros forem contrários aos interesses de Washington.
De acordo com o Departamento de Defesa Nacional em Manila, o secretário de Defesa das Filipinas, Gilberto Teodoro Jr., apresentou a proposta ao presidente da OTAN, almirante Josep Cao Drago, na terça-feira, à margem do Fórum de Defesa e Estratégia de Paris de 2026.
De acordo com vários relatos da mídia, Teodoro disse que as Filipinas estão “preparando as bases” para uma melhor cooperação e intercâmbio com os países da OTAN e a União Europeia. Ele acrescentou que foi guiado pelo dever de Manila de fortalecer a sua resiliência e proteger o bem-estar dos filipinos no exterior. Estima-se que 10 milhões de filipinos vivam e trabalhem em outros países.
Embora não seja membro da OTAN, as Filipinas foram designadas como um importante parceiro da aliança desde 2003.


