A dramática transição política da Hungria não mudará drasticamente a sua relação com a China, dizem os especialistas chineses, e espera-se também que o impacto nas relações China-UE seja limitado.
Uma vitória esmagadora do partido Tisza, de centro-direita, de Peter Magyar, nas eleições parlamentares de domingo, pôs fim ao governo de 16 anos do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.
Magyar está agora a caminho de se tornar o próximo primeiro-ministro da Hungria e espera-se que o seu partido Tsza garanta uma maioria de dois terços no parlamento húngaro, com 199 lugares.
Entretanto, o apoio do partido Fidesz de Orbán diminuiu, caindo para 55 assentos – menos de metade dos 135 que conquistou nas eleições.
Segundo Wang Yiyi, diretor do Centro de Estudos Europeus da Universidade Renmin, em Pequim, a derrota de Orbán ficou dentro das expectativas.



