A Amazon, por outro lado, está lutando contra uma medida para parar de usar prestadores de serviços para entregas de última milha.
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O prefeito da cidade de Nova York, Zohran Mamdani, está apoiando seu gabinete em uma mudança nas práticas de entrega de última milha. A Lei de Segurança nas Entregas foi apresentada na Câmara Municipal da cidade grande há vários meses. Muitas empresas de entrega de grandes volumes, nomeadamente a Amazon, dependem de prestadores de serviços, em vez de funcionários, para transportar encomendas aos clientes nas fases finais da sua viagem. A legislação proposta criaria novas regras de licenciamento para as operações de última milha e exigiria que os trabalhadores das entregas fossem empregados regulares em vez de prestadores de serviços.
Em um vídeo divulgado hoje anunciando seu apoio ao projeto de lei, Mamdani destacou como a Amazon controla muitos detalhes de quando e como as entregas são feitas na cidade, mas evita a responsabilidade por quaisquer incidentes no trabalho porque os entregadores e entregadores são contratados. “Se a Amazon entregar seus pacotes, ela deverá seguir as mesmas regras que outras empresas de entrega”, disse Mamdani.
Os defensores do projeto de lei, incluindo a Irmandade Internacional de Caminhoneiros, argumentam que ajudaria a responsabilizar as grandes empresas pela experiência de entrega e proporcionaria melhores salários e benefícios aos profissionais de entrega. Os oponentes, que sem surpresa incluem a Amazon, dizem que a lei levará a custos mais elevados para os clientes e entregas mais lentas. As empresas com operações de distribuição massiva podem acabar por transferir os seus centros de distribuição para fora da cidade de Nova Iorque para evitar regulamentações adicionais.



