Boca O ano fechou entre destaques e sombras, com a classificação para a Libertadores como ponto alto, ainda que sem comemoração em termos de títulos. Por esta razão, Juan Román Riquelme Ele decidiu mudar o foco e concentrar todos os seus esforços na construção do time pensando em uma melhor versão internacional.
De acordo com esse panorama, Boca Ele enfrenta uma das maiores incógnitas deste mercado de transferências de 2026. Após o término do empréstimo ao Inter Miami, Marcelo Vaygant voltou ao clube na esperança de conquistar uma vaga, principalmente com a saída de Luis Adwinkola. Porém, o que parecia uma oportunidade de ouro para o lateral-direito se transformou em um cenário preocupante que mantém os torcedores em suspense.
O que o Boca fará com o Wigant
Apesar de relatos iniciais sugerirem que “Violoncelo” será avaliado pela comissão técnica liderada por Claudio Obeda. Hoje, a realidade de Malik Aziza é muito diferente. Enquanto a equipe Boca Intensificando a preparação para o amistoso contra o Millonarios e aguardando a chegada de Marino Hinsroza, Wiegand continua seus treinos de uma forma diferente. Surpreendentemente, o zagueiro segue separado do grupo principal, atuando ao lado de jogadores com os quais o treinador não conta.
A situação é notável devido à hierarquia atual nessa parte do campo. Hoje, o Boca tem Juan Barinaga como titular e Lucas Blundell como substituto imediato, seguido pelo jovem Dylan Gorosito. Esperava-se que Wygant lutasse contra Blondel por ser o substituto direto de Barinaga, mas Obeda até o momento não lhe deu “luz verde” para ingressar no treinamento oficial.
Para complicar ainda mais a situação, nenhuma oferta formal foi feita para permitir uma breve saída do clube. Embora instituições como o Gimnasia, Talleres e Belgrano demonstrassem um interesse superficial, estes esforços diminuíram rapidamente sem nenhum progresso claro. Pela falta de ofertas no Boca e pela indiferença da comissão técnica, o futuro desta equipe é uma verdadeira incógnita.



