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Relatório: PGA Tour corta 4 por cento da força de trabalho

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O CEO do PGA Tour, Brian Rolp, fala à mídia, aos patrocinadores do torneio e aos funcionários do tour durante uma coletiva de imprensa no PGA Tour Global Home em Ponte Vedra Beach, Flórida, em 11 de março.

O PGA Tour demitiu um total de 56 funcionários em tempo integral, ou cerca de 4% de sua força de trabalho total, informou o Sports Business Journal na quinta-feira.

As 73 vagas adicionais não serão preenchidas, mas a turnê planeja reinvestir em 30 ou mais novos cargos de tempo integral, disse o relatório.

As mudanças ocorrem no momento em que o PGA Tour continua a se ajustar a um modelo de negócios lucrativo, com o parceiro de private equity Strategic Sports Group (SSG) investindo US$ 1,5 bilhão no principal circuito de golfe em 2024.

De acordo com o Sports Business Journal, o novo CEO Brian Rolp classificou os cortes de empregos como uma “etapa difícil – mas importante” em um e-mail aos funcionários. Rulp juntou-se ao PGA Tour em junho passado, sucedendo ao comissário Jay Monahan, que atua como membro do PGA Tour Policy Board e do PGA Tour Enterprises Board até 2026.

O tour está “dimensionando corretamente” não apenas sua equipe, mas também sua programação de torneios. Em um esforço para garantir que os melhores jogadores compitam nos mesmos eventos de forma mais consistente, Rolapp propôs uma nova estrutura com um nível superior de 21-26 torneios (que incluiria os quatro majors, o Players Championship e os playoffs da FedEx Cup) e uma segunda pista para os jogadores ganharem oportunidades de promoção.

No início desta semana, o PGA Tour confirmou que não retornaria ao Havaí em 2027. O Tour tradicionalmente abre sua temporada com uma tacada de duas semanas no Havaí, com eventos em Maui e Honolulu.

–Mídia em nível de campo

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