Os militares russos afirmaram ter disparado o seu míssil hipersónico eurasiano contra um alvo na Ucrânia, em resposta ao que descreveu como um ataque de drone ucraniano a uma das residências do presidente Vladimir Putin, o que Kiev negou ser mentira.
Foi a segunda vez que a Rússia usou o Oryshnik de alcance intermediário, um míssil que o presidente Vladimir Putin se gabou de ser impossível de interceptar devido à sua velocidade superior a 10 vezes a velocidade do som.
O míssil é capaz de transportar tanto ogivas nucleares como convencionais, mas não houve qualquer sugestão de que o míssil utilizado no ataque nocturno estivesse armado com outra coisa que não uma ogiva convencional.
O Ministério da Defesa russo disse que o ataque atingiu infraestruturas críticas na Ucrânia. Ele disse que a Rússia também usou drones de ataque e armas terrestres e marítimas de longo alcance.
“Os alvos do ataque foram atingidos. Esses alvos incluíam instalações que produziam veículos aéreos não tripulados usados em ataques terroristas (supostamente contra a residência de Putin), bem como infra-estruturas energéticas de apoio ao complexo militar-industrial da Ucrânia”, afirmou o ministério num comunicado.



