OTAN O secretário-geral da OTAN disse que o crescimento militar da China não poderia ser “comprometido” à medida que os teatros Indo-Pacífico e Europeu se tornassem “mais interligados”, como evidenciado pelo apoio de Pequim à guerra de Moscovo na Ucrânia.
Rutte disse que a OTAN “não pode ser ingênua” em relação à China, observando que já havia discutido a questão por meio de texto com o ministro da defesa japonês. Shinjiro Koizumi.
China No primeiro teste público de um míssil submarino desde 1982, que chamou de “míssil estratégico”, o país disparou uma ogiva falsa no Oceano Pacífico a partir de seu submarino nuclear na segunda-feira.
“É por isso que temos esta cooperação estreita, porque estes teatros estão interligados, interligados. O que acontece no Indo-Pacífico é relevante para o que está a acontecer no transatlântico”, explicou Rutte.



