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Saúde global: os ataques cibernéticos podem perturbar emergências e ameaçar a segurança dos pacientes

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avisarOrganização Mundial de Saúdeapontar" alvo ="_em branco"incidente cibernéticoSendo uma emergência de saúde, são necessárias preparação e uma resposta coordenada, e não como uma questão isolada com responsabilidade limitada ao departamento de tecnologias de informação.

346 participantes

Isto ocorreu durante um workshop electrónico regional intitulado “Cibersegurança nos Cuidados de Saúde: Reforçar a Segurança Sanitária através de Parcerias Regionais”, organizado pelo Escritório Regional em parceria com a União Internacional das Telecomunicações e o Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime, com 346 participantes de todo o mundo.
O workshop, que incluiu representantes de ministérios da saúde, agências governamentais, unidades de saúde, serviços de emergência e setores de cibersegurança e tecnologia da informação, discutiu os desafios crescentes que os sistemas de saúde enfrentam devido à sua crescente dependência de soluções digitais.

Serviço de ameaça de ransomware

A organização explica que o uso de prontuários eletrônicos de saúde, telemedicina, plataformas em nuvem, inteligência artificial, monitoramento digital e serviços continua em expansão. Os dispositivos médicos conectados estão a remodelar a forma como os cuidados são prestados, mas também estão a criar vulnerabilidades e novos riscos para os cidadãos.
Ela observou que os ataques cibernéticos, especialmente os ataques de ransomware, podem perturbar serviços de saúde essenciais, ameaçar a segurança de informações de saúde sensíveis e afetar a continuidade do atendimento ao paciente.
Os especialistas da organização analisam diversas formas de melhorar a preparação do sector da saúde, incluindo ferramentas para avaliar a preparação, identificar vulnerabilidades e apoiar uma resposta rápida

alternativa

O workshop discutiu medidas práticas para garantir a continuidade dos serviços essenciais de saúde. Isto inclui o estabelecimento de procedimentos claros para lidar com o tempo de inatividade do sistema caso ocorra uma falha do sistema, a preparação de arranjos de contingência seguros em papel, o desenvolvimento de um plano de resposta a incidentes e a realização de exercícios regulares de simulação para testar a preparação.
Os participantes sublinharam que a resposta às ameaças cibernéticas no sector da saúde exige que o sector da saúde colabore com as autoridades relacionadas com a segurança cibernética, os reguladores das telecomunicações, as agências de aplicação da lei, as equipas de resposta a emergências e os prestadores de serviços tecnológicos.

Simular um ataque determinado por resgate

O workshop proporcionou muitas oportunidades para reforçar a cooperação regional, incluindo formação conjunta, um programa de formação de formadores e a implementação de exercícios realistas que simulam incidentes cibernéticos.
Espera-se que o próximo exercício teste a capacidade das agências de saúde de responder a cenários que incluem ataques de ransomware e continuar a prestar cuidados essenciais aos pacientes, recuperar dados, preservar provas digitais e comunicar com os profissionais de saúde e o público durante um ataque.
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A Organização Mundial da Saúde apela aos países para que passem da fase de sensibilização para os riscos para a fase de preparação real, avaliando os níveis de maturidade da segurança cibernética, fortalecendo os mecanismos de resposta e notificação de incidentes, realizando exercícios regulares e partilhando informações e lições aprendidas sobre ameaças emergentes.

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