O New York Times noticiou no domingo que os agentes de Moscovo estão a aproveitar-se do fracasso de Tóquio na aplicação de uma lei especificamente concebida para combater a espionagem e um grande número de empresas que produzem componentes essenciais para a máquina de guerra do Kremlin.
As peças cobiçadas incluem microchips, transmissores e maquinaria avançada necessária para construir sistemas de armas avançados.
O relatório identificou Maxim Vladimirovich Filchenkov, aparentemente funcionário da companhia aérea russa Aeroflot, como líder da operação no Japão.
James Brown, professor de relações internacionais especializado em assuntos russos no campus da Universidade Temple em Tóquio, disse à Asia no sábado que o que o relatório revelou foi como o suposto espião foi exposto, sugerindo que pode ter sido uma denúncia de uma agência de inteligência estrangeira.
“Não houve voos diretos para a Rússia nos últimos quatro anos, então o que ele estava fazendo aqui?” disse Brown, autor do livro 2025 Quebrando o caranguejo: espionagem russa contra o Japão, de Pedro, o Grande, a Ricardo, o Sol.



