
Mas observadores e partidos da oposição levantaram sérias preocupações sobre o compromisso de Taiwan de investir até 500 mil milhões de dólares em troca de reduções tarifárias.
Ele alertou que o acordo poderia esvaziar a base industrial de Taiwan – particularmente o seu valioso setor de semicondutores.
Pequim se opôs veementemente ao acordo. “O lado chinês opôs-se consistente e firmemente àqueles que estabeleceram relações diplomáticas com a China, celebrando quaisquer acordos com a região de Taiwan”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da parte continental, Gu Jiaqun, na sexta-feira.
Na quarta-feira, Zhou Fenglian, porta-voz do Gabinete de Assuntos de Taiwan de Pequim, classificou o acordo proposto como “exploração económica” da ilha e um complô para destruir a força vital da sua indústria.
Ele também condenou o Partido Democrático Progressista, no poder, em Taiwan, por ceder à pressão dos EUA. “(Isso) apenas destruirá o potencial de desenvolvimento de Taiwan e prejudicará os interesses de longo prazo de Taiwan”, alertou.
Pequim vê Taiwan como parte da China, a ser reunificada pela força, se necessário. A maioria dos países, incluindo os Estados Unidos, não reconhece Taiwan como um Estado independente, mas Washington opõe-se a qualquer tentativa de tomar a ilha autónoma pela força e está empenhado em armá-la.



