Termina hoje o prazo para o pagamento da segunda prestação do IMU, o imposto municipal que paga segundas habitações, casas de luxo, imóveis comerciais, estaleiros de construção e terrenos cultivados. Saldo 2025. Os retardatários ainda podem pagá-lo com um pequeno acréscimo através de penitência.
No entanto, o imposto incide sobre as primeiras habitações e outras categorias específicas, como habitações públicas, imóveis de propriedade indivisa de cooperativas de construção e utilizados como residência principal de associados cedidos e edifícios utilizados como habitação social. O salário pode valer cerca de 11 mil milhões, segundo o que aparece na primeira instalação de 2024, com valores que variam muito de cidade para cidade.
De acordo com os dados mais recentes divulgados pela Receita com base no UIL, mais de 26,1 milhões de proprietários de IMU dependem: 41% são trabalhadores e pensionistas com um rendimento total que atingiu 19,4 mil milhões de dinheiro no ano passado.
Em nota dos últimos dias, a Confedilizia convidou-o a prestar atenção ao cálculo da instituição. Com efeito, se o primeiro pagamento de 16 de junho for igual ao imposto do primeiro semestre, aplicando as taxas e deduções dos doze meses do ano anterior, pagar a pensão calculada – com a atualização da caução – de acordo com os procedimentos a prestar, que a partir deste ano os Municípios terão de rever, apenas entre os casos de 7 de julho de 2023, conforme portaria ministerial designada. A mensagem – explica a associação – é que a partir deste ano os municípios já não podem variar livremente as taxas do IMU, mas apenas defini-las através da aprovação da taxa fixada disponibilizada pelo tipo de aplicação informática no portal do federalismo fiscal.
A proposta (e não mais a resolução, como aconteceu em anos anteriores) é então publicada, em cumprimento aos óbitos legais no portal do Departamento de Política Tributária do Real Mef.
Reprodução reservada © Copyright ANSA



