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Um contrato supervisionado complica a administração de um AFA

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A justiça encontrou um Um contrato que foi supervisionado e comprometido com a liderança da AFAno âmbito da investigação sobre o alegado desvio de fundos. Documento liga essa entidade ao empresário Xavier Faroni e faz parte de caso que a envolve Cláudio “Chickey” Tapia e Pablo Tovigino

A descoberta foi feita durante uma batida na antiga sede da AFA, localizada na rua Viamonte 1300, na cidade de Buenos Aires. Segundo fontes judiciais, o contrato data de maio de 2021 e consta como principal prova do caso.

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Contrato com monopólio no exterior

O acordo especificava que a AFA havia concedido exclusividade à TourProdEnter, com sede nos Estados Unidos. A empresa é dirigida por Erica Gillette, esposa de Faroni. O acordo permite que a empresa ganhe dinheiro com jogos amistosos, patrocínios e direitos televisivos.

Conforme informou a agência Noticias Argentinas, a empresa manteve 30% dos recursos gerados pela AFA no exterior. Além disso, recebeu 10% adicionais para tarefas logísticas. Este documento foi assinado por Tapia e Tovigino.

Paralelamente, o tribunal solicitou relatórios de quatro bancos americanos para analisar a movimentação de dinheiro. Também está sendo considerada a participação de outras quatro empresas offshore relacionadas a esta operação.

Atrasos e medidas restritivas

Faroni foi preso no início da manhã no aeroporto Jorge Newbery quando estava prestes a viajar para o Uruguai. A polícia de segurança do aeroporto guardou o seu passaporte a pedido do Ministério Público, o que o impede de sair do país.

Na noite passada, soube-se que a justiça federal suspendeu a proibição de viajar do empresário Xavier Faroni em um processo pendente no Tribunal Federal Penal e Correcional nº 2 de Lomas Dezamora.



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