Uma revisão também será permitida no final do ponto se um jogador acreditar que seu oponente pode ser culpado de obstrução.
Daniel Medvedev usou o sistema de revisão contra Jack Draper em Indian Wells na semana passada, quando o britânico abriu brevemente os braços durante um rali para sinalizar sua crença de que o forehand de Medvedev era longo.
A árbitra Aurelie Toure assistiu a um replay em seu tablet e decidiu que Draper era culpado de obstrução – seja uma ação para distrair um oponente ou fazer barulho – e concedeu o ponto a Rossi.
Draper admitiu que era uma situação difícil para o árbitro, mas achou que Medvedev “jogou bem as regras” e não acreditou que seu gesto fosse suficiente para distraí-lo.
O Aberto dos EUA usa análises de vídeo desde 2023, e o Aberto da Austrália desde 2025.
Isso está se tornando mais comum no circuito feminino da WTA e, na próxima temporada, todos os eventos do circuito masculino da ATP terão análises de vídeo.
Outra mudança em Wimbledon este ano será a adição de dicas visuais aos placares para complementar as chamadas de áudio produzidas pelo ELC.
Os espectadores às vezes não têm certeza se uma bola estava dentro ou fora – e no Aberto da Austrália deste ano, os postes da rede brilharam em vermelho para dar à multidão uma dica visual sempre que uma bola estava fora.
Faltando exatamente 100 dias para o início do campeonato, a AELTC também anunciou que a capacidade aumentará de 3.500 para 4.000 por dia para o evento de qualificação em Roehampton.



