Num movimento sem precedentes para redefinir o futuro do desporto, Brighton e Hove Albion anunciou planos para se tornar o primeiro clube do Velho Continente um estádio projetado e construído especificamente para sua seleção feminina. Esta iniciativa não visa apenas valorizar as “Gaivotas”, mas também estabelecer as bases para um novo padrão de infraestrutura na Superliga Feminina (WSL).
Assédio e abuso no futebol feminino: depoimento bruto da jogadora que acusa Diego Guacci
Um design integrado: conexão direta ao Amex Stadium
A nova instalação terá capacidade para 10 mil espectadores e localização privilegiada: será construída ao lado do já existente Amex Stadiumonde jogou a primeira seleção masculina. O que mais chama a atenção no projeto arquitetônico é a integração entre os dois estádios, pois serão interligados por uma passarela de pedestres sobre a linha divisória, unindo simbolicamente os dois ramos da entidade.
Por trás desta revolução está Tony Bloom, o dono do clube que levou os meninos do Brighton ao topo da Premier League e à Liga dos Campeões. Fiel ao seu estilo visionário, Bloom agora pretende profissionalizar o futebol feminino com recursos próprioseliminando a necessidade de alugar estádios de ligas menores ou depender de horários de times principais.
Prazo e futuro de Hai Au
Embora o projeto esteja em curso, a execução final depende da aprovação do respetivo alvará de construção. O objetivo da diretoria é que o estádio seja inaugurado o mais tardar na temporada 2030/31. Se concluído dentro do prazo esperado, Brighton se tornará um ponto focal para o desenvolvimento do futebol feminino, proporcionando uma experiência de elite para jogadoras e torcedores.
PA



