A guerra no Médio Oriente continua a aumentar. No décimo quarto dia de conflito, as tensões entre Israel, o Irão e os seus aliados aumentam com ataques militares, ameaças e ataques em vários países da região.
Desde 2 de março, a guerra deixou mais de 687 mortos, incluindo 98 crianças, e deslocou mais de 800 mil pessoas, segundo o último relatório oficial libanês.
Por seu lado, o comando militar dos EUA no Médio Oriente (Centcom) anunciou na quinta-feira que um avião-tanque americano KC-135 caiu no oeste do Iraque, explicando que a perda deste “Stratotanker” “não se deveu a fogo hostil ou amigo”.
Na madrugada de sexta-feira, Israel alertou para a chegada de novas vagas de mísseis iranianos, apelando aos residentes de zonas ameaçadas para se dirigirem a abrigos.
O exército israelita já tinha anunciado anteriormente que estava a levar a cabo uma nova série de ataques contra as infra-estruturas de Teerão e a bombardear postos de controlo pertencentes à milícia Basij, aliada das autoridades.
Na sua primeira mensagem transmitida desde a sua nomeação como Líder Supremo no domingo, Mojtaba Khamenei não mostrou na quinta-feira qualquer desejo de se curvar aos Estados Unidos e a Israel, insistindo, pelo contrário, no seu desejo de “vingar-se” pelas vítimas dos “crimes” do inimigo.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, brincou que o novo líder supremo “não pode mostrar a sua cara em público”.
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