Atualizado em: 11 de agosto de 2026 08h37 IST | Milão | Agências
Os pesquisadores desenvolveram um modelo de inteligência artificial capaz de reconstruir átomos ausentes em estruturas cristalinas conhecidas experimentalmente com uma taxa de sucesso de 97%.
A IA mostra defeitos e acrescenta pessoas. FOTO CORTESIA/Universidade de Modena
Um modelo de inteligência artificial pode reconstruir os átomos ausentes nas estruturas cristalinas com 97% de sucesso. O método desenvolvido por um grupo de pesquisadores tem como foco cobrir locais faltantes em estruturas já conhecidas experimentalmente.
A conclusão destes poderia disponibilizar novos materiais para simulação ou melhorar substancialmente os modelos existentes, apoiando pesquisas de propriedades úteis na criação de novos supercondutores.






