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A CGT alertou que as reformas trabalhistas reduziriam recursos para a saúde

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partícula para objeto direto CGT Nesta terça-feira ele questionou o projeto Reformas trabalhistas Promovido pelo governo e avisado que reduz a iniciativa Recursos Destinado a saúde. Segundo o centro, a interrupção afetará diretamente o atendimento médico dos trabalhadores e seus familiares.

A Confederação Geral do Trabalho (CGT) manifestou mais uma vez sua oposição ao plano de reforma trabalhista em debate no Congresso. Nesta ocasião, focou nas mudanças relacionadas à assistência à saúde.

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Através de mensagem publicada na rede social Xavier Miley Afeta o financiamento do sistema de saúde.

Menor contribuição patronal e seu impacto nos cuidados médicos

Conforme explicado pela CGT, as reformas vão reduzir a contribuição patronal de 6% para 5%. Enfatizaram que esta mudança tem impacto direto no serviço social e no cuidado às famílias trabalhadoras. Além disso, observaram que os cortes não gerariam poupanças reais para as empresas. Em vez disso, acreditam que os únicos afetados são os trabalhadores e os seus grupos familiares.

A este respeito, o centro sublinhou que não se trata de uma questão financeira. Eles anunciaram da organização sindical: “A saúde é um direito humano. A CGT alertou que as reformas poderiam reduzir os benefícios médicos. Também alertou sobre novas restrições aos estudos, tratamentos e procedimentos cobertos.

Cobertura do sistema e alertas de qualidade

Da mesma forma, observaram que havia menos cobertura, mais restrições no acesso a medicamentos e problemas com atendimento odontológico. Como salientaram, o efeito também é observado na qualidade do serviço. Nesse cenário, apontaram menos turnos disponíveis, menos especialistas e redução no número de centros de tratamento.

Ao final da mensagem, a CGT negou a ligação desta discussão com o orçamento sindical. “Os fundos da União não estão em jogo, está em jogo o seu acesso à saúde”, afirmaram. Por fim, a sede ressaltou que não se trata de uma questão sindical. O impacto da reforma laboral nos cuidados de saúde representa um problema de saúde que afecta milhões de pessoas, dizem.



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