Ele acrescentou que o segmento provavelmente registrará outro aumento no segundo trimestre.
“Com o efeito riqueza dos ganhos do mercado de ações nos últimos dois anos, o capital local e da China continental aproveitou a oportunidade para realocar ativos de ações para propriedades, transferindo uma parte dos seus fundos para o mercado imobiliário”, disse Derek Chan Hui Chiu, chefe de pesquisa da RicaCorp Properties.
Nos primeiros três meses do ano, 64 casas no valor de mais de HK$ 100 milhões (US$ 12,8 milhões) foram vendidas na cidade, um aumento de 156% em relação às 25 transações do ano anterior, segundo dados compilados pela CBRE. O valor total destas transações também mais do que duplicou, de 5,43 mil milhões de dólares de Hong Kong para cerca de 11,7 mil milhões de dólares de Hong Kong no primeiro trimestre de 2025, disse a consultora.
Entretanto, a Savills acompanhou 58 transações de casas de luxo no período, com 18 ativos adquiridos por compradores confirmados no continente. Outros 33 compradores eram de nacionalidade desconhecida e, como alguns deles eram compradores do continente, a consultora estimou que os residentes no continente representavam mais de metade dos negócios de habitação de gama alta.

Os ricos de Hong Kong também ostentavam propriedades de luxo. Lisa Kan Chen Chen, identificada como empresária do cantor e ator de Hong Kong Eisen Chen, comprou um apartamento de 3.627 pés quadrados no The Corniche em Ap Lei Chau em 27 de março por cerca de HK$ 141 milhões, segundo registros oficiais.


