
Herdeiro do Reino da Noruega durante a cerimônia do Prêmio Nobel de 2024

Herdeiro do Reino da Noruega durante a cerimônia do Prêmio Nobel de 2024
E-mails publicados recentemente revelaram novos detalhes sobre o relacionamento entre o falecido bilionário americano Jeffrey Epstein, o príncipe herdeiro, a princesa norueguesa Mette-Marit, e a ex-duquesa britânica de York, Sarah Ferguson, da Grã-Bretanha.
O jornal norte-americano New York Times afirmou ontem numa reportagem que as famílias reais da Noruega e da Grã-Bretanha enfrentaram o que considerou “violações crescentes” na passada segunda-feira, depois de os documentos que foram publicados, que se referiam ao bilionário norte-americano como um “criminoso sexual”, indicassem que membros de ambas as famílias, incluindo a futura rainha da Noruega, mantinham uma relação estreita com ele mesmo depois de ter sido condenado por crimes sexuais.
A reportagem explicou que as relações entre Epstein e as duas mulheres já haviam sido denunciadas e que os e-mails não apresentavam evidências de atividade criminosa de sua parte. No entanto, o e-mail mostrou que o relacionamento estava em um nível “mais profundo” do que se sabia anteriormente, segundo o New York Times.
O relatório continuou: “As mensagens incluem detalhes de uma visita à casa de Epstein e algumas piadas sobre amantes de mulheres, e que o príncipe norueguês está mais próximo dele do que o que o palácio emitiu anteriormente”, notando que Mette-Marit disse anteontem que lamentava a sua amizade com ele e qualquer contacto, enfatizando a sua simpatia e solidariedade para com as suas vítimas.
Por outro lado, a reportagem confirmou que o novo lote de fotos também afetou a família real britânica, já que os documentos parecem incluir fotos embaraçosas do príncipe Andrew, e membros alusivos à amizade íntima de Epstein com Ferguson, que era a ex-duquesa de York.
A reportagem confirmou que “Príncipe Andrew” foi privado do título no ano passado, devido a relatos anteriores sobre seu relacionamento com “Epstein”. Ferguson também foi suspensa do título honorário de Duquesa de York, que usou durante décadas após seu divórcio em 1996.



