Nesta mesma época do ano passado, o Swansea construiu um impulso significativo sob o comando do ex-técnico Alan Sheehan, que encorajou uma reviravolta na forma para lidar com os temores de rebaixamento depois que o mandato de Luke Williams terminou em uma queda preocupante.
Na campanha anterior, Williams foi o homem que planejou uma reviravolta na sorte depois que Michael Duff assumiu uma posição esquecível.
O desafio de Matos é virar o recorde no Swansea, que começará 2026-27 de olho nos play-offs, como fez no início da temporada que terminou com uma vitória sobre o Charlton Athletic no sábado.
É provável que haja um pouco mais de expectativa na próxima vez, já que os times do sétimo e oitavo colocados ganharão vagas nos playoffs dentro de um ano.
No entanto, vale a pena lembrar que, além das duas campanhas de play-off sob o comando de Steve Cooper – quando os pagamentos de pára-quedas ainda ofereciam apoio – o Swansea teve o seu melhor sucesso desde que foi expulso da primeira divisão, primeiro por Graham Potter em 2019 e depois por Russell Martin, há três anos.
A equipa de Matos terminou em 11º, tal como a equipa de Sheehan no ano passado, embora o Swansea tenha somado mais três pontos desta vez.
No final das contas, eles estavam nove pontos atrás de Hull City, que conquistou as vagas finais do play-off daquela temporada, e cinco pontos atrás de Derby County, que terminou em oitavo.



