
Os governos reagiram no domingo com cautela ao convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para se juntar à sua iniciativa “Conselho de Paz” para resolver conflitos globais, um plano que diplomatas disseram que poderia prejudicar o trabalho das Nações Unidas.
Segundo diplomatas, apenas a Hungria, cujo líder Viktor Orban é um aliado próximo de Trump, deu uma aceitação inequívoca em resposta aos convites, que foram endereçados a cerca de 60 países e começaram a chegar às capitais europeias no sábado.
“É claro que aceitamos este convite honroso”, escreveu Orbán nas redes sociais.
Outros governos pareciam relutantes em fazer declarações públicas e os funcionários foram deixados a expressar preocupações anónimas sobre o impacto no trabalho das Nações Unidas.
De acordo com a carta e uma cópia do projeto de carta visto pela Reuters, o conselho será presidido vitaliciamente por Trump e começará lidando com o conflito de Gaza e depois se expandirá para lidar com outros conflitos.
A carta afirma que os estados membros serão limitados a mandatos de três anos.



