
O Departamento de Justiça de Hong Kong rejeitou as acusações online do recém-promovido Diretor do Ministério Público e de um associado, chamando as alegações de “comportamento abominável” e uma tentativa de “difamar funcionários públicos”.
Num comunicado divulgado no sábado, o departamento disse que encaminhou o caso às agências de aplicação da lei para investigação e ação adicionais, prometendo que “aqueles que infringirem a lei serão punidos de acordo com a lei”.
No centro estão os comentários online publicados por Frances Hui Wing Ting, uma activista fugitiva radicada nos EUA em Hong Kong, que acusou os dois procuradores – que trataram de alguns assuntos de segurança nacional – de abusarem das suas posições para ganhos pessoais.
Hoi também acusou seu ex-chefe de apoiá-lo.
Hui, que fugiu da cidade em 2020 e obteve asilo nos Estados Unidos em 2022, está entre os activistas com uma recompensa de 1 milhão de dólares de Hong Kong (127.620 dólares) pelas suas cabeças em Hong Kong por alegadamente violarem uma lei de segurança nacional imposta por Pequim.
Ele é procurado por suspeita de conluio com um país estrangeiro para pôr em perigo a segurança nacional. A polícia acusou-a de fazer repetidos apelos de países estrangeiros para impor sanções, bloqueios e outras ações contra a China.
Ela agora trabalha como coordenadora de políticas e defesa no Comitê para a Liberdade da Fundação Hong Kong, com sede em Washington, que as autoridades municipais descreveram como “anti-China”.



