É pouco provável que o investimento chinês nos Estados Unidos recupere significativamente da queda de meados da década de 2010, mesmo que o presidente Xi Jinping e o presidente dos EUA, Donald Trump, cheguem a um acordo bilateral quando se reunirem em Pequim no próximo mês, de acordo com um relatório divulgado quinta-feira.
O Rhodium Group, uma empresa de pesquisa dos EUA que monitora o investimento transfronteiriço da China, disse que o investimento estrangeiro direto (IDE) chinês nos Estados Unidos “caiu significativamente desde o pico de 2016 e tem estado em níveis baixos nos últimos cinco anos” e “é improvável que retorne a este nível”.
De acordo com dados do Bureau of Economic Analysis dos EUA, em 2024, a China ficou em 17º lugar entre os países com 589 milhões de dólares em novos gastos de IDE, em comparação com 30,1 mil milhões de dólares para o principal investidor, a Irlanda.
Nos últimos cinco anos, as empresas italianas investiram quatro vezes mais nos EUA do que as empresas chinesas, disse Rhodium.
Um acordo comercial bilateral pode ajudar, até certo ponto, a relançar o IDE chinês.



