A conversa online centrou-se no que as estatísticas mostravam – os críticos consideravam que, embora a proporção de estabelecimentos de propriedade estrangeira, especialmente da China, pudesse ser negativa, a maioria poderia ser, na verdade, grandes marcas com múltiplas lojas, expulsando pequenas empresas locais.
No entanto, alguns observadores alertaram que a percepção do público pode ser distorcida porque cadeias estrangeiras populares, como a Chuggy’s, a Lakin Coffee ou a Scarlet Supermarket, de propriedade chinesa, ocupam locais de grande movimento e são, portanto, mais visíveis, dando a impressão de que estão a preparar pequenos operadores locais.
Gan anunciou no início deste mês os números do varejo – que abrangem alimentos e bebidas, roupas, supermercados, bem como produtos farmacêuticos e drogarias – da Autoridade Reguladora Corporativa e Contábil, que supervisiona os registros de empresas em Cingapura.
Os números mostram que, em 8 de janeiro, os residentes de Singapura detinham 89,7%, ou 40.931, das empresas de retalho registadas na cidade, enquanto os proprietários de empresas de nacionalidade chinesa representavam 3% (1.390), seguidos pelos malaios e indianos que detinham cerca de 0,9%.
A proporção restante inclui empresários dos Estados Unidos, Japão, Vietname e Indonésia.



