O governo de Hong Kong saudou na sexta-feira a decisão da administração Trump de permitir que a declaração de emergência nacional da cidade expire, uma reversão potencialmente significativa da política dos EUA depois que Pequim promulga uma lei de segurança nacional em 2020.
A declaração, que ressaltou a decisão de Washington de acabar com o tratamento preferencial de Hong Kong em áreas que incluem controles comerciais e de exportação, expirou esta semana depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, não a renovou por mais um ano.
O governo de Hong Kong saudou a medida como “um passo importante” para a implementação do consenso alcançado entre a China e os EUA, em meio a sinais de alívio das tensões entre as duas maiores economias do mundo.
“Proteger a prosperidade e a estabilidade de Hong Kong vai ao encontro dos interesses comuns da China e dos Estados Unidos e está em linha com as expectativas comuns da comunidade internacional”, disse um porta-voz do governo.
A declaração saudou o que chamou de um ajuste positivo na política de Washington em Hong Kong e instou os Estados Unidos a respeitarem a soberania chinesa e o Estado de direito na cidade, ao mesmo tempo que restauram os laços económicos e comerciais normais.
O Ministério do Comércio da China também disse que os EUA confirmaram que não prorrogariam a medida, que foi renovada anualmente por Trump durante o seu primeiro mandato.



