Outras alterações propostas incluem o aumento drástico das multas máximas para os crimes existentes de manuseamento não autorizado de equipamento de incêndio e emissão de certificados falsos ou enganosos, desde a multa original de HK$ 50.000 (US$ 6.380) até uma multa máxima de HK$ 3 milhões e três anos de prisão.
As audiências num inquérito independente liderado por um juiz sobre o incêndio em Tai Po, em Novembro passado, que matou 168 pessoas, expuseram uma série de falhas e práticas ilícitas por parte de empreiteiros de instalações de incêndio licenciados pelo Estado que provocaram a desactivação dos alarmes de incêndio.
O SCMP soube na quarta-feira que o Gabinete de Segurança pretende propor um conjunto de alterações legislativas para melhorar a fiscalização dos empreiteiros de instalações de incêndio, exigindo aprovação prévia antes da desactivação de sistemas de combate a incêndios, como enroladores de mangueiras e alarmes de incêndio.
Os empreiteiros também violarão os regulamentos se não notificarem o departamento de bombeiros no prazo de 24 horas sobre qualquer sistema de combate a incêndios defeituoso, não exibirem um certificado anual de inspeção de incêndio ou implementarem medidas temporárias de segurança contra incêndio.
Aqueles que violarem as novas regras pela primeira vez poderão ser multados em até HK$ 200.000, com uma multa adicional de HK$ 20.000 para cada dia subsequente de descumprimento.



