Os Estados Unidos anunciaram na sexta-feira novas sanções contra entidades e indivíduos que dizem estar envolvidos no comércio de petróleo iraniano, incluindo um operador de terminal petrolífero com sede na China e um cidadão chinês, ao mesmo tempo que intensificaram a pressão sobre Teerão para pôr fim ao conflito.
O Departamento de Estado disse que a operadora, Qingdao Haiye Oil Terminal Co., Ltd., “importou dezenas de milhões de barris de petróleo iraniano aprovado”.
Também na lista de sanções está Li Xinchun, um cidadão chinês que é presidente de um terminal petrolífero com sede na China, de uma empresa de gestão de navios com sede em Hong Kong e de um gestor comercial com sede no Reino Unido.
As sanções congelam os activos de todas as entidades designadas detidas pelos EUA e impedem os americanos de fazer negócios com elas.
“Os Estados Unidos estão a tomar medidas decisivas para impedir o comércio ilícito de petróleo do Irão, a principal fonte de rendimento do regime iraniano que financia o terrorismo e a instabilidade regional”, afirmou o Departamento de Estado num comunicado.
“Enquanto o Irão continuar a procurar receitas petrolíferas para financiar as suas actividades desestabilizadoras, os Estados Unidos responsabilizarão o Irão e todos os seus parceiros que evitam sanções.”



