China e a União Africana Numa demonstração de solidariedade contra o ataque de Washington à Venezuela, a coligação emitiu um apelo conjunto para defender uma ordem baseada no direito internacional, com particular respeito pela soberania e integridade territorial.
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, e o chefe da União Africana, Mahmoud Ali Youssef, expressaram preocupação Eventos na Venezuela Num comunicado divulgado após a reunião na Etiópia na quinta-feira.
Os Estados Unidos invadiram a Venezuela no sábado e sequestraram seu líder Nicolás Maduro e sua esposa em Nova York. Presidente Donald Trump Afirmou também que os EUA teriam o controlo directo do país, incluindo o seu petróleo.
Na declaração, as duas partes afirmaram também que “a soberania e a integridade territorial de todos os países devem ser respeitadas e os princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas e do direito internacional devem ser respeitados”.
Afirmou que, como membros do Sul Global, a China e a União Africana, estavam empenhados em ajudar-se mutuamente para proteger os seus interesses e preocupações fundamentais, bem como “para reforçar ainda mais a coordenação e a cooperação para injetar um impulso positivo na paz, estabilidade e desenvolvimento globais e regionais”.
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Wang esteve na Etiópia, que acolhe a sede da União Africana, na primeira paragem da sua viagem, que tem sido o primeiro destino estrangeiro do ano para os ministros dos Negócios Estrangeiros chineses há mais de 36 anos consecutivos.