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O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, revelou quinta-feira que o seu país prendeu um russo contratado por Moscovo para matar um cidadão ucraniano-americano que era “inconveniente para o regime de Putin”.
Tusk disse que o suspeito foi levado sob custódia na sexta-feira, supostamente visando um homem na capital polonesa, Varsóvia, de acordo com um relatório da Reuters.
“Graças à ação verdadeiramente brilhante dos nossos serviços… prendemos um cidadão russo que foi recrutado pelos serviços de inteligência russos”, disse Tusk, acrescentando que o alvo tinha passaportes ucraniano e americano. “No último minuto, graças à ação da Agência de Segurança Interna e da polícia, conseguimos evitar esta execução, este ataque”.
A Fox News Digital entrou em contato com o Departamento de Estado para comentar.
MOSCOVO, QUIIV ASSASSINOS CAÇAM CHEFE DE ARMAS ENQUANTO A GUERRA DA UCRÂNIA ESPALHA ALÉM DO CAMPO DE BATALHA
ARQUIVO – O presidente russo, Vladimir Putin, preside uma reunião a bordo do cruzador de mísseis Varyag na região oriental de Sakhalin, na quarta-feira, 12 de agosto de 2026. Putin já havia dito que a Rússia não está travando uma campanha de sabotagem contra a Europa. (Reuters)
Tusk também disse na quinta-feira que foi a primeira vez que “alguém a mando da Rússia” tentou atacar um cidadão americano no território de outro país da OTAN, informou a Associated Press.
A operação foi realizada em cooperação com agências dos EUA, disse Tomasz Siemoniak, ministro da Polónia que supervisiona a inteligência, à AP.
A agência de notícias disse ter mapeado cerca de 200 atos de sabotagem, incêndio criminoso e outros distúrbios em toda a Europa desde o início da guerra na Ucrânia, que as autoridades associaram à Rússia. O Presidente Vladimir Putin afirmou à AP em Maio que a Rússia não está a travar uma campanha de sabotagem contra a Europa.
RÚSSIA LIGADA A INCÊNDIOS DE PROPRIEDADE ASSOCIADOS AO PRIMEIRO MINISTRO DO REINO UNIDO KEIR STARMER, DIZ A POLÍCIA

ARQUIVO – O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, fala à mídia no local onde um objeto voador não identificado, que se acredita ser um míssil russo, caiu após violar o espaço aéreo polonês em um campo perto de Tarnawa Kolonia, perto de Lublin, Polônia, em 30 de julho de 2026. (Jakub Orzechowski/Agencja Wyborcza.pl/Reuters)
Em Junho, um artista russo que criticava Putin foi baleado e morto à queima-roupa perto da sua casa, no leste da Polónia. Tusk disse na época que o assassinato tinha características de um assassinato político. Ele argumentou que era possível que a Rússia estivesse por trás disso, mas as autoridades polacas ainda não atribuíram isso a Moscovo.
No ano passado, as autoridades francesas frustraram um complô que acreditam ter como objetivo matar Vladimir Oshetskin, um exilado russo que vive sob proteção policial e trabalha para ajudar desertores militares a fugir da guerra de Putin.
As autoridades lituanas também frustraram uma conspiração no ano passado para matar um apoiante lituano da Ucrânia e outra contra um activista russo.

ARQUIVO – Tusk disse que o suposto alvo era um cidadão de Varsóvia, na Polônia. (aliança dpa/picture via Getty Images)
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As autoridades alemãs frustraram igualmente dois planos: um contra o chefe de uma empresa de armas alemã que abastecia a Ucrânia e outro contra um oficial militar ucraniano.
A Associated Press contribuiu para este relatório.
Greg Norman é repórter da Fox News Digital.



